CNa#065: A Mensagem Incômoda | Conto de Fantasia Medieval Sombria [Exclusivo Apoiadores]
Um conto de Hater do Mundo
Nas implacáveis Areias Vermelhas, Asra, a Rainha Vermelha, impõe seu reinado com força bruta e sangue derramado. Mas quando um ser enigmático lhe traz um aviso sobre o fim do mundo, ela se vê diante de uma escolha: ignorar a profecia ou enfrentar um destino que pode consumir tudo. O apocalipse começa aqui.
🎧 Novo conto exclusivo para apoiadores: A Mensagem Incômoda!
Nas vastas Areias Vermelhas, Asra, a Rainha Vermelha, trilha um caminho de sangue e poder. Entre mercenários destroçados e batalhas implacáveis, seu destino a conduz a um encontro inesperado – um aviso sombrio de que o apocalipse está prestes a começar. Mas será que o mundo está pronto para ser julgado por sua lâmina? ⚔️
🔴 Uma história intensa, cheia de ação, guerra e dilemas morais em um universo brutal e impiedoso. Leia agora e descubra o destino da guerreira mais temida do deserto!
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Coloque seu fone de ouvido e curta!
▬ Autor:
Hater do Mundo.
▬ Narração:
Wévison Guimarães.
▬ Masterização, sonorização e edição:
Rafael 47.
Contos Narrados apresenta, “A Mensagem Incômoda”, um conto de fantasia medieval sombria.
Nas vastas e implacáveis Areias Vermelhas, os Vermes Vagantes eram temidos por tod os. Este era um grupo de mercenários e bandidos, composto por lendas vivas, e dominava várias regiões com força brutal e habilidades extraordinárias.
Haviam entre os bandidos, zazzianos que corriam como o vento e degolavam tão rápido que alguns pobres coitados nem se percebiam mortos, mas também haviam onis especialistas em lutar com ganchos e lanças pesados. Além disso seu líder era um humano com a rara habilidade da psicomancia, um poder invejado e procurado pelos mais gananciosos generais das cinzas.
Entretanto nenhum deles esperava o fim que tiveram.
Os zazzianos tinham suas únicas pernas arrancadas de seus troncos e lançadas para o lado oposto de onde suas cabeças foram parar. Os onis foram empalados por suas próprias lanças, de uma forma tão grotesca que nem os abutres gigantes do deserto iriam querer devorar suas carcaças. Seu líder, Hikmat, apesar de ter um nome que significa “sabedoria” para o povo das areias, tomou a pior das decisões que levou ao pior dos destinos. Escolher aquela mulher como alvo era a pior escolha que alguém em todo país poderia fazer. Seu destino? Bom, seu cérebro agora se espremia entre os dedos grossos das mãos da guerreira.
Uma parada rápida e irritante antes que ela seguisse viagem.
Talvez o sol ardesse mais do que os ferimentos em seu corpo, mas o sangue fresco de seus inimigos era REVIGORANTE refrescante. Pelo menos ela poderia dizer que valia a pena lutar por algo, nem que fosse um belo banho vermelho de morte.
Seus cabelos cobreados dançavam como uma tempestade de areia por onde ela cavalgava, um deserto quase escuro delineava o contorno da mulher mais forte do mundo, isso porque sua pele morena e corcel negro tornavam a paleta de seus passos monocromática, apesar de deslumbrante. Um quadro de beleza ímpar que dava o devido destaque às duas coisas mais perigosas na mulher: sua espada larga, pesada e brilhante; sua lâmina era quase vermelha de tanto sangue seco, e seu olhar, muito mais afiado que SUA ESPADA ela, era emoldurado por um formato único e um delineado de especiarias, talvez o único cosmético que ela se permitia usar, pois seu passado de pobreza e dor e as lutas constantes não a permitiam se preocupar com sua própria aparência.
Os passos de seu corcel, Lebre Rubra, eram vorazes, fazendo parecer que seus cascos quebravam o solo fofo do deserto como se fosse vidro. O som era retumbante como a marcha de todo um exército, e não fazia jus ao que aquela mulher realmente era.
Seus homens lhe conferiram muitos títulos, mas ela não se preocupava em memorizar nenhum deles, nem os rostos dos fracos que se sucediam semanalmente em suas fileiras. Em seu coração de ferro enferrujado, ela guardava apenas a Lebre e o homem a quem dedicava o sangue de seus inimigos, talvez a única pessoa que realmente a amou naquela terra proibida aos deuses. Era uma pena que até sua morte ele nunca a permitisse chamar de pai. Sentia falta de Akram.
Finalmente havia chegado onde queria, um posto de troca no meio das dunas, próximo ao forte de um dos seus homens de nomes e rostos fugazes, o forte da Lâmina Quebrada. Ela era quase maior que Lebre, o que ficou ainda mais claro quando ela desceu da égua. Em seus infinitos combates, seus inimigos se perguntavam como o animal suportava seu peso. Com seus músculos forjados no martelo quente da bigorna da guerra, ela parecia pronta para erguer o animal e levá-la em suas costas até o estábulo mais próximo, e provavelmente era realmente capaz disso, visto seu título mais famoso.
Esquadrinhou o posto, notando a clara falta de cuidado de seu subordinado com aquelas pessoas. Havia velhos e crianças em sua maioria, todos magros e ressecados como as peles e frutos que vendiam. Poucos eram os soldados da Lâmina Quebrada que estavam lá para assegurar que os comerciantes não fossem roubados, o que poderia significar um atestado de sua força ou tolice. Ao menos os civis não pareciam acorrentados e chicoteados, como era costume se ver em muitos dos fortes daquele mar de areias escaldantes. Não que ela se importasse tanto assim.
Sua relação com os generais que a serviam era simples em sua mente. Desde que eles a ajudassem em suas guerras, poderiam governar seus fortes da forma que quisessem sem a interferência da Rainha Vermelha. Às vezes, somente às vezes, ela se arrependia de não arrancar a cabeça de um dos conspiradores que tramavam uns contra os outros nos bastidores enquanto lutavam como irmãos de armas nas guerras de conquista, mas não era dever dela. O forte vence o fraco, o vencedor comanda o perdedor e a vida de quem não conseguia se defender por si mesma valia o mesmo, senão menos, que cada grão de areia do deserto.
Ela arremessou uma moeda dourada para o garoto que a observava.
— Cuide bem dela — ordenou.
O menino, com olhos arregalados, pegou a moeda quente pelo sol e correu para cumprir a tarefa, movido tanto pela promessa de recompensa quanto pelo medo das consequências.
Agora que estava onde queria, a guerreira precisava se lembrar do que veio buscar naquele lugar. Pode parecer algo simples para a maioria das pessoas, mas Akram diria que ela simplesmente não prestava atenção nas coisas ao redor, por isso esquecia coisas simples com facilidade. De toda forma, ela concluiu que lembraria o que foi fazer naquele lugar isolado quando menos esperasse, então priorizaria comer.
A comida nas Areias Vermelhas era quase sempre uma decepção para ela, exceto por alguns restaurantes abençoados por generais das cinzas que serviam deliciosos falafels, kaftas e, é claro, kebabs que pareciam feitos para o paladar dos deuses. Não que ela se interessasse muito por eles, mas pela comida, ah, isso a interessava muito. Confiou no próprio nariz para encontrar algum lugar, torcendo para não dar de cara com outra barraca de carne seca de crocodilo-besouro ou víbora-toupeira.
Dessa vez teve sorte, pois encontrou uma paragem cuja placa dizia, em bom e claro idioma comum, “Paragem Lâmina Partida”, uma clara referência ao forte próximo que era dono do posto de troca, o que significava maior probabilidade de falafel e, ela implorava por isso, húmus. Estava cansada de comer carne de monstro sem tempero e feita na brasa de uma fogueira temporária, e seu tamanho e físico imploravam para serem nutridos.
O estômago da guerreira roncava só de imaginar o prato de mezzes, e ela não tinha vergonha alguma de admitir que talvez estivesse até salivando antes mesmo de abrir caminho pela cortina de contas azuis do estabelecimento. O que ela viu do outro lado finalmente a lembrou do que veio fazer ali.
— Por que a “coisa mais inteligente do mundo” de merda tá na porra de um bar na porra da minha régia? — a mulher parecia um misto de raiva, descrença e curiosidade, conforme adentrava mais a fundo o lugar.
A paragem parecia vazia. Não havia um único cliente entre as paredes de barro e as mesas de madeira mal pregadas. O único funcionário da paragem parecia ser o dono, um homem de bigode grosso como uma vassoura e cabelos raros na cabeça. Vestia uma roupa clássica de comerciante, cheio de jóias e tecidos limpos. Ele parecia estar preso em algum tipo de transe, olhando fixamente para uma janela fechada no lado oeste do estabelecimento e balbuciando algo sobre o dia estar bonito no dia de hoje.
O mais importante era ele, ou melhor, aquilo.
Mais ao sul do salão de jantar, sentado no banco de frente ao balcão onde o dono pousava inerte, uma figura humanoide estava de costas para a mulher. Vestia um manto azul escuro com runas douradas em uma linguagem antiga. A única parte de seu corpo à mostra era um braço esquerdo que se pusera em cima do balcão. Esse braço era de um metal escuro e frio como uma noite no deserto. Sua voz ressoou como ao mesmo tempo sintética e rouca, como um conjunto de dados programados para tentar imitar um velho, mas falhando miseravelmente:
— Esperava que viesse. Calculei, no entanto, que se perderia antes de se lembrar que eu estava aqui. Um erro grosseiro que deve ser ajustado nas próximas previsões.
Os dedos robóticos daquele braço metálico se moveram como reais, fazendo um sinal para que a mulher se aproximasse.
Em momento nenhum ela sentiu necessidade de retirar a sua montante das costas, mas se aproximar daquela coisa a causava arrepios e más lembranças. Mesmo assim ela o fez, contra a sua vontade e seu gosto, mas a favor de sua curiosidade e confiança.
A coisa metálica continuou:
— As feras e soldados que protegem o seu lado da barreira não são confiáveis o suficiente para entregar a mensagem que esta unidade carrega. Foi considerada necessária uma abordagem direta a você, Rainha Vermelha.
A reação da mulher foi simplesmente parar seus passos e considerar se deveria manter aquela “pilha de metal mal usado” intacta por mais alguns minutos, para ouvir o que aquela coisa tinha a dizer.
Ela escolheu continuar a ouvi-lo, pois estava em um dia curioso, mas retirou a montante da guarda para fazê-lo ser breve.
— Esta unidade não representa ameaça a uma semideusa como você. A ligação wireless deste corpo provisório com a matriz está tão distante que posso apenas conjurar magias de até terceiro círculo e meus conhecimentos estão limitados a…
— Arquimago, você não me ameaça nem com poder total. A única coisa que me incomoda é: Você. Não. Morre — disse as últimas palavras com uma ênfase advinda da indignação.
— A morte é um conceito de vida orgânica que implica na destruição de um corpo contendo a alma. De certa forma, por ter infinitos corpos eu posso “morrer” infinitas vezes. Não é tão regozijante quanto você imagina, Asra.
— Não te dei liberdade pra sair me chamado pelo nome, muito menos entrar na minha régia sem ser chamado. O que você veio falar, antes que eu oblitere você completamente e te dê mais uma das suas “infinitas mortes”?
A figura pela primeira vez se virou. Abaixo das sombras do manto azulado, um humanoide metálico olhava para Asra, a Rainha Vermelha. Duas lâmpadas redondas de luz roxa fazendo as vezes de olhos que a encaravam até a alma. Signos arcanos e runas flutuavam, brilhavam e desapareciam ao seu redor.
— Os fins do mundo estão chegando. O primeiro apocalipse começou em Avalantis e a tola que por lá governa estava mais preocupada em encontrar sua deusa perdida que impedi-lo, o que resultou em indivíduos autônomos impertinentes tendo de assumir a missão de impedí-lo para si — o brilho nos “olhos” do Arquimago se intensificou enquanto falava dos ditos indivíduos.
A mulher respirou fundo, tentando controlar a própria raiva.
— Diga o que quer dizer, lata velha — rosnou Asra, sua parca paciência esgotada.
Sem olhar para a lâmina que estava sendo empunhada, o Arquimago parecia não se preocupar em ser partido em dois.
— O apocalipse do deus da guerra está chegando, Asra — sua voz metálica transmitia certa urgência — e ele começa aqui, começa com o seu povo. Em breve o mundo vai se afogar em sangue e medo, e a primeira morte vai acontecer aqui na sua casa.
Asra hesitou por um segundo. “Não me importa” ela queria dizer, mas será que não importava? Ela poderia se dizer fria o suficiente para não ligar para o fim do mundo? “Um mundo de fracos não merece existir. Que venha a guerra para que os fortes prevaleçam” seria provavelmente o que os seus generais esperariam que ela falasse, mas e Akram? Seu professor, apesar de forte, foi gentil o suficiente para treinar uma jovem maltrapilha que tentou matá-lo enquanto dormia para roubar sua comida. Ele a perdoaria sequer por pensar em sacrificar as vidas de pessoas que nunca conheceram as guerras de seu país? Claro que a lei do mais forte é a que vale, mas um fim do mundo poria fim às chances dos fracos se tornarem fortes. Essa última conclusão pôs um ponto final em sua hesitação.
O olhar da Rainha se cerrou por um instante, antes que ela afundasse sua espada no chão de barro da paragem e dissesse:
— Notícia dada. Nunca mais volte aqui, sua lata amassada de merda.
Asra estava a quatro passos do mechanoide, mais próxima do centro do salão e ainda de costas para a entrada, enquanto ele permanecia sentado diante do balcão. Por um instante a luz das lanternas se estreitaram e ela sentiu um sorriso sarcástico, até que, em um breve instante, a guerreira ergueu a mão na direção do Arquimago e, dobrando o ar com pura força bruta, deu um simples peteleco em direção a ele.
A força desse simples gesto fez com que a cabeça metálica daquela criatura voasse como uma flecha, passando bem ao lado da cabeça do catatônico comerciante, destruindo todo o armário de bebidas, e abrindo um buraco até o estábulo atrás da paragem. O menino que terminava de entregar a maçã para a égua, indiferente à situação, se empalideceu completamente, frente à demonstração de poder da mulher mais forte do mundo, desmaiando logo em sequência.
A mulher murmurou, como que para si mesma, enquanto guardava sua lâmina com uma mão e arrastava o corpo inerte do mechanoide com a outra:
— Hora de encontrar os insurgentes. Eles me odeiam, mas precisam de mim. E eu, deles.
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